Numa dessas semanas fui ao OFFTLV, um festival de design no Museu de Arte Contemporânea de Tel Aviv, e assisti à palestra da Noelia Lozano. Ela trabalha com projetos de papel e eu não fazia ideia de que existia algo assim. Saí de lá deslumbrada.
Voltei para o Brasil no fim daquele ano e comecei a levar experimentos com papel para os meus projetos de design, ainda de forma amadora: cartazes, peças soltas, tentativas.
A obsessão cresceu até tomar todo o meu tempo livre. Comecei a postar meus alfabetos no Instagram e as pessoas começaram a me procurar para trabalhos. Depois vieram os pedidos de curso e workshop. Tudo aconteceu sem estratégia nenhuma.
Em 2026 formalizei o estúdio Natasha Gompers Papel & Forma e passei a atender empresas e marcas com projetos de papel.